TRABALHO DOCENTE EM SITUAÇÃO ANÁLOGA À DE ESCRAVO: ESTUDO SOBRE OS PROFESSORES DA E. E. ANTONIO CRISTINO CÔRTES, DE BARRA DO GARÇAS – MT

Autores

  • Jack Márcio Maria Zimmermann
  • Arlete Alves do Nascimento
  • Marli Terezinha Wagner Adams

Resumo

A Lei Áurea introduziu ainda na época do Brasil Império, a proibição do trabalho escravo. Com o desenvolver da sociedade e com a avidez de lucro por parte dos donos dos meios de produção, novas formas de trabalho escravo foram sendo desenvolvidas. O que convencionou-se chamar de trabalho em situação análoga à de escravo. A legislação, contudo, não acompanhou essa evolução, a tal ponto que somente na Convenção 29 da OIT encontramos a definição de trabalho forçado. É nessa perspectiva que abordamos a situação de trabalho análogo à de escravo desempenhado por professores da Escola Estadual Antonio Cristino Côrtes.

Biografia do Autor

Jack Márcio Maria Zimmermann

Acadêmico do 10º semestre do Curso de Direito da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas do Araguaia – FACISA.

Arlete Alves do Nascimento

Especialista em Direito Processual Civil, pela Faculdade Interativa COC em parceria do Instituto Brasiliense de Direito Público - IDP. Professora do Curso de Direito da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas do Araguaia – FACISA.

Marli Terezinha Wagner Adams

Mestre em Educação nas Ciências – UNIJUÍ / RS. Professora da Rede Pública Estadual em Barra do Garças/Mato Grosso (Escola Estadual “Antonio Cristino Côrtes”) e da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas do Araguaia – FACISA.

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Como Citar

Zimmermann, J. M. M., Nascimento, A. A. do, & Adams, M. T. W. (2015). TRABALHO DOCENTE EM SITUAÇÃO ANÁLOGA À DE ESCRAVO: ESTUDO SOBRE OS PROFESSORES DA E. E. ANTONIO CRISTINO CÔRTES, DE BARRA DO GARÇAS – MT. Revista FACISA ON-LINE, 4(2). Recuperado de https://periodicos.unicathedral.edu.br/index.php/revistafacisa/article/view/90