CURRÍCULO, CULTURA E NACIONALIZAÇÃO DO ENSINO
Resumo
Este estudo procurou discutir a nacionalização do ensino, no Brasil, a partir da relação entre currículo e cultura, preocupação que ocupou espaço nos debates de agentes políticos e educadores, ainda no Império. Embora os regulamentos das Províncias se pautassem nas Reformas da Instrução Pública para o Município da Corte, a diversidade de determinações impediu a consecução do pretendido espírito unificador de nacionalidade. A sistematização do ensino no país começou a se delinear, na metade do século XX, quando foi aprovada a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1961. O trabalho foi desenvolvido no Projeto de Pesquisa “Políticas Públicas no Brasil: cultura, educação e sociedade”, no Grupo de Estudos dos Cursos de Pedagogia e Direito, da Faculdade Cenecista de Campo Largo, Paraná. A metodologia contou com a revisão da literatura, procurando apreender o sentido das palavras dos autores, bem como com um levantamento de material oficial, legislações e relatórios, visando compreender e interpretar as vozes das autoridades, conforme o momento político. Os dados permitiram o emprego do método comparativo para a análise entre determinações do Governo Central, Federal e Regulamentos do Governo do Paraná, no sentido de verificar o desenvolvimento da estrutura e organização curricular para as escolas de Ensino Primário, atualmente, Ensino Fundamental.Referências
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Publicado
2014-12-01
Como Citar
Marins de Oliveira, M. C., Lima, T. de L., & Baluta, V. H. (2014). CURRÍCULO, CULTURA E NACIONALIZAÇÃO DO ENSINO. Revista FACISA ON-LINE, 3(3). Recuperado de https://periodicos.unicathedral.edu.br/index.php/revistafacisa/article/view/62
Edição
Seção
Artigos