RESILIÊNCIA NA PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA ADQUIRIDA: IMPLICAÇÕES NA QUALIDADE DE VIDA

Autores

  • Inacia França
  • Francisco Stélio de Sousa
  • Kátia Neyla de Freitas Macedo Costa
  • Handerson Raphael Fernandes Vale da Cruz
  • Monique Oliveira do Nascimento
  • Janaíne Chiara Oliveira Moraes

Resumo

Investigar a resiliência e sua relação com a qualidade de vida de pessoas com deficiência física adquirida é o objetivo desse Estudo. É um estudo descritivo-exploratório com abordagem quantitativa, desenvolvido junto a 69 pessoas com deficiência física. A média de resiliência encontrada na população foi de 138,26; entre os domínios da qualidade de vida, as menores médias referiram-se aos aspectos físicos (M=58,69) e ambientais (M=51,90). Quanto à relação entre resiliência e qualidade de vida, os dados evidenciaram uma associação positiva entre essas variáveis, indicando que se uma está alta a outra também aumenta. A resiliência apresenta-se como um fator que influencia fortemente a qualidade de vida das pessoas com sequelas físicas adquiridas, tendo uma correlação intrínseca com o seu bem-estar psicológico. A resiliência parece compensar as perdas sofridas com a deficiência, através de ganhos em outras áreas, alocando reservas para reprimir efeitos negativos ou patológicos e melhorar a qualidade de vida.

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Publicado

2020-11-18

Como Citar

França, I., Sousa, F. S. de, Costa, K. N. de F. M., Cruz, H. R. F. V. da, Nascimento, M. O. do, & Moraes, J. C. O. (2020). RESILIÊNCIA NA PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA ADQUIRIDA: IMPLICAÇÕES NA QUALIDADE DE VIDA. Revista FACISA ON-LINE, 9(2). Recuperado de https://periodicos.unicathedral.edu.br/index.php/revistafacisa/article/view/568